Metodologia Agile e Microsserviços, elementos-chave na transformação digital

O desenvolvimento de aplicativos web corporativos está em constante evolução, o fluxo mais recente é o desenvolvimento de aplicativos web em arquiteturas baseadas em microsserviços. Isso é dar à arquitetura uma única aplicação, uma abordagem de desenvolvimento como se fosse partizing em um conjunto de pequenos serviços, cada um rodando em seu próprio processo e se comunicando uns com os outros com mecanismos leves. A atribuição de microsserviços a diferentes equipes capacita a equipe a escolher as tecnologias para trabalhar e ser responsável do início ao fim para seu microsserviço.

Nesse sentido, a Vector ITC Group recomenda a aplicação da metodologia Agile a essa nova arquitetura de software. De um modo geral, uma empresa com metodologias ágeis e arquitetura de microsserviços, é uma empresa que pode ser rapidamente integrada às restrições externas do mercado e, assim, alcançar um ROI maior.

A tecnologia ágil desempenha um papel estratégico nos microsserviços. “A arquitetura de microsserviços oferece grande versatilidade em manter os serviços identificados e empacotados, facilitando o núcleo de negócios de não depender da tecnologia de fontes de dados e provedores. A metodologia Agile é um grande aliado para a rapidez e eficiência que fornece para responder ao tempo de comercialização e para obter o melhor retorno do investimento por custo de oportunidade“, diz Ricardo Trejo Agile expert Consultant na Vector ITC Group.

Quão importante é para a transformação digital?

O Vector ITC Group identifica uma peça chave da arquitetura orientada a serviços chamada Enterprise Service Bus (ESB). Uma ESB procura, entre outras coisas, desacoplar o núcleo do cliente do prestador de serviços, para obter:

  • Localizou todos os serviços externos que usam microsserviços em um único sistema. Isso permite um controle no monitoramento dos serviços consumidos pelo nosso negócio.
  • Desenvolver microsserviços que não sejam tecnologicamente dependentes de fornecedores. Como essas são mensagens padronizadas, como SOAP ou RESTFul, ele também suporta JMS e FTP. Este tipo de acoplamento tecnológico ou de contrato é feito da ESB.
  • O núcleo de negócios não depende do formato dos dados fornecidos pelo provedor. Esta tradução seria feita a partir do OSB e assim o núcleo de negócios teria sempre o mesmo formato.
    Adicionar ou remover prestadores de serviços, graças à multiplexação, sem afetar o núcleo do negócio. Este conceito é muito útil na agência de viagens, motores de risco ou simplesmente fornecedores de matérias-primas.
  • Abstraindo o núcleo de negócios dos bancos de dados nos permite ter diferentes tipos de SQL e NoSql, seus drivers estão no ESB e o núcleo sempre terá o mesmo formato, independentemente da fonte. Isso é aplicável no nível de Big Data, serviços de cache ou Sensorica.
  • Projetos orientados a serviços com Agile têm uma arquitetura bem estruturada, facilitando a criação de novos equipamentos necessários para desenvolver ou modificar o microsserviço. O desenvolvedor da API saberá que os dados sempre virão da mesma fonte e em um formato padronizado. O administrador do ESB conhece a fonte de dados, os provedores e pode testar suas conexões sem a necessidade de desenvolvimento da API do cliente.

Incómodo não aplicar a metodologia Agile

Sem essa metodologia, o dilema de quantos desenvolvedores seriam necessários para construir o serviço com a mesma tecnologia, mas com diferentes protocolos de comunicação entre prestadores de serviços permaneceria presente. Além disso, dificilmente haveria um bom controle das bibliotecas instaladas em cada servidor e que geraria elementos duplicados como sempre. Se você quisesse adicionar ou remover um provedor de serviços, você teria que recompilar essas classes colocando o núcleo de negócios em risco.